Já passavam das 12:15 e teria de voltar logo. A idéia de dar uma corrigdinha até você me dixava com muitas dúvidas. Não tinha certeza se daria tempo de tocar a campainha e dizer ciau para depois correr ao trabalho novamente. Dia quente. Mas hermafroditicamente vestindo uma camiseta branca e uma calça de algodão que oferecia vislumbres de uma roupa de baixo sem gênero. Seria uma calcinha? Mas parece uma menina? Seios? tenho certeza que sim, mas, parece que não. Os longos cabelos asseados me deixam ressabiados. Mas na descida atropelada do ônibus os movimentos da cintura pélvica não deixam dúvida: feminina.
E lá vou eu pelas escadas subindo os degraus três a três. Senti a minha bundinha úmida do calor. Te encontrei num beijo quente, já nú. A mãos subiu levantando a camiseta até que os mamilos pulassem soltos no ar. A outra mão levantou uma nádega amassando forte a bundinha polpuda e soltando a calça.
Me colocou sobre o sofá que tinha um encosto alto, fiquei na pontinha dos pés com a bunda empinada e suas mãos me sustentando forte pela cintura. Não tive como me defender de um pênis maravilhoso colocado sobre meu rego. Você abaixou a calcinha que prendeu minhas coxas me imobilizando mais ainda. Pedi que considerasse um lubrificante e num tesão e desprezo pela minha condição indefesa o máximo que ganhei foi uma cuspida certeira. Como uma picada dolorida seu armamento, sua vara enterrou-se em minha carne entre a pele e a calda de saliva que escorria da imagem.
Sentia algumas gotas de suor a molhar minhas costas e o peso do sangue na cabeça. Mas todos os sentimentos sucumbiam e eram diluídos pela sensação de sua glande expandindo minhas vísceras. Um cabo enorme que descia pelo meu ânus transformando tudo em reta e preenchendo o sonho de ser mulherzinha.
O som ritimado de tuas coxas e saco martelando minhas partes baixas me davam mais tesão. O corpo molhado soava como um sino marcando a chegada de um gozo profundo. Na pontinha dos pés e sem poder me oferecer muito arrebitei o máximo que pude a minha bunda para lhe oferecer o prazer com facilidade. Habilmente contorcia meu cuzinho e senti seus gemidos. Repentinamente e sem nenhum aviso um jato quente se intromete em meus espaços mais íntimos. Sua vara pulsa empurrando seu esperma para dentro de minha alma. Aquele cabo de enxada pulsa como o próprio coração.
Tempo para levantar as roupas íntimas guradando o máximo do esperma que me for possível. Contrair a bundinha guardando recordações. E correr com muito jeito de volta ao trabalho para digitar satisfeita sentada sobre uma bundinha tão sovada. 15 minutos atrasada, mas sempre muito satisfeita.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário